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VIA SACRA- 1ª ESTAÇÃO

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..... ........... .Cruzeiro ........N. S. das CANDEIAS .... IGREJA MATRIZ - .Pároco - Pe. Mauro.

 

......- - No dia 18 de novembro de 1872, a Nossa Senhora das Candeias foi nomeada padroeira da cidade.
* * Jaguaribe está comemorando 137 anos sob a proteção de N.S. das Candeias.
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Manifestações religiosas

As primeiras manifestações datam da edificação da capela dedicada a Santo Antônio, no início do Século XVIII. O primeiro vigário da antiga capela, mais tarde transformada em Igreja-Matriz, foi o padre Teodulfo Franco Pinto Bandeira. No dia 18 de novembro de 1872, a Nossa Senhora das Candeias foi nomeada padroeira da cidade.

PARÓQUIA DE JAGUARIBE - N. S. das CANDEIAS

- A quaresma é o tempo litúrgico de conversão, que a Igreja marca para nos preparar para a grande festa da Páscoa. É tempo para nos arrepender de nossos pecados e de mudar algo de nós para sermos melhores e poder viver mais próximos de Cristo.
A Quaresma dura 40 dias; começa na Quarta-feira de Cinzas e termina na Quinta-Feira Santa, com a Missa vespertina. Ao longo deste tempo, sobretudo na liturgia do domingo, fazemos um esfoço para recuperar o ritmo e estilo de verdadeiros fiéis que devemos viver como filhos de Deus.
A cor litúrgica deste tempo é o roxo, que significa luto e penitência. É um tempo de reflexão, de penitência, de conversão espiritual; tempo e preparação para o mistério pascal.
Na Quaresma, Cristo nos convida a mudar de vida. A Igreja nos convida a viver a Quaresma como um caminho a Jesus Cristo, escutando a Palavra de Deus, orando, compartilhando com o próximo e praticando boas obras. Nos convida a viver uma série de atitudes cristãs que nos ajudam a parecer mais com Jesus Cristo, já que por ação do pecado, nos afastamos mais de Deus.
Por isso, a Quaresma é o tempo do perdão e da reconciliação fraterna. Cada dia, durante a vida, devemos retirar de nossos corações o ódio, o rancor, a inveja, os zelos que se opõem a nosso amor a Deus e aos irmãos. Na Quaresma, aprendemos a conhecer e apreciar a Cruz de Jesus. Com isto aprendemos também a tomar nossa cruz com alegria para alcançar a glória da ressurreição.
40 dias
A duração da Quaresma está baseada no símbolo do número quarenta na Bíblia. Nesta, é falada dos quarenta dias do dilúvio, dos quarenta anos de peregrinação do povo judeu pelo deserto, dos quarenta dias e Moisés e de Elias na montanha, dos quarenta dias que Jesus passou no deserto antes de começar sua vida pública, dos 400 anos que durou o exílio dos judeus no Egito.
Na Bíblia, o número quatro simboliza o universo material, seguido de zeros significa o tempo de nossa vida na terra, seguido de provações e dificuldades.
A prática da Quaresma data desde o século IV, quando se dá a tendência a constituí-la em tempo de penitência e de renovação para toda a Igreja, com a prática do jejum e da abstinência. Conservada com bastante vigor, ao menos em um princípio, nas Igrejas do oriente, a prática penitencial da Quaresma tem sido cada vez mais abrandada no ocidente, mas deve-se observar um espírito penitencial e de conversão.
Fonte: ACI Digital

Fonte: http://www.jesuitas.org.br/liturgia/quaresma.htm

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- A morte e ressurreição de Jesus causam interesse e apreensão. Para uns alegria, para outros insegurança e temor, pois ele promete a implantação de um reino justo, que valorize os direitos humanos." 

            A "Via Dolorosa" é essencialmente um exercício de devoção, um caminho que nos permite uma reconexão com o divino, uma promessa de enlevo através do despertar da alma. Dante Alighieri, em sua obra-prima A Divina Comédia, nos coloca frente a frente com essa possibilidade, evocando uma imagem de rara beleza:
"Sobre a cruz o Cristo resplandecia a tal ponto que eu não saberia encontrar imagem para representá-lo; mas aquele que toma sua cruz e o segue, me desculpará por não saber exprimi-lo, quando vir, na dita claridade, o Cristo brilhando como o relâmpago..."
As catorze estações da Via Crucis representam os episódios mais marcantes na Paixão e Morte de Cristo. Esta tradição tem origem franciscana e reproduz a "Via Dolorosa", ou seja, o percurso feito por Jesus desde o Tribunal de Pilatos até o Calvário (ou Gólgotha, 'lugar do crânio' em hebraico), em Jerusalém. Desde a sua criação, no século XV, a Via Crucis sofreu modificações ao longo do tempo, mas a sua forma final, catorze episódios, foi finalmente fixada pelos papas Clemente XII, em 1731, e Bento XIV, em 1742. É possível, entretanto, encontrar versões da Via Crucis com quinze estações. O ritual, realizado por milhares de peregrinos há mais de quinhentos anos, consiste em percorrer, assim como Jesus, as quinze estações que recriam os momentos desde a sua condenação à morte até o seu enterro, parando em cada estação para meditar ou rezar.
Muito mais significativo do que saber se realmente a Via Crucis aconteceu como hoje a conhecemos, é tentar compreender o inesgotável manancial escondido por trás de seus símbolos.
Acompanhe os passos de Jesus na cidade sagrada de Jerusalém e depois reflita sobre cada Estação, inspirando-se nas ilustrações.
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ESTAÇÕES DA VIA SACRA

Siga os passos de Jesus pelas Estações da Via Dolorosa, em Jerusalém.

Fonte: http://www.auxiliadora.org.br/viasacra/index.htm

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Pe. Mauro Monteiro da Silva - Jaguaribe-ce

Coordenação Paroquial de Pastoral (Eva Marques da Silva, José Cleudo Matos Cardoso, Raimundo Estefânio de Lima e Johnilson Peixoto Veríssimo dos Santos) .

 
Site - Paróquia de Jaguaribe-ce - Sec. XXI Ano 1 - FEVEREIRO DE 2009
 

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