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..... ........... .Cruzeiro......N. S. DAS CANDEIAS... IGREJA MATRIZ - .Pároco - Pe. Mauro.
No dia 18 de novembro de 1872, a Nossa Senhora das Candeias foi
nomeada padroeira da cidade. * * Jaguaribe, está comemorando 137 anos sob a proteção de N.S. das Candeias. -
Manifestações religiosas
As primeiras manifestações datam da edificação da capela dedicada a Santo Antônio, no início do Século XVIII. O primeiro vigário da antiga capela, mais tarde transformada em Igreja-Matriz, foi o padre Teodulfo Franco Pinto Bandeira. No dia 18 de novembro de 1872, a Nossa Senhora das Candeias foi nomeada padroeira da cidade.
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............ .......SANTUÁRIO - N.S. APARECIDA
Nº DE SUA VISITA AO SANTUÁRIO
. Bispo Diocesano, Dom José Haring e equipe ( Festa 12/10/07 ) .......|...SANTUÁRIO...| ...........................Caminhada
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SANTUÁRIO NOSSA SENHORA APARECIDA
JAGUARIBE - CE
HISTÓRICO
Nossa comunidade, pertencente ao bairro Cruzeiro, hoje, dividida em bairros Aloísio Diógenes e Edmar Barreira, sempre foi muito devota à Nossa Senhora .
Sonhava em expressar sua fé e contribuir com o Reino de Deus construindo um Templo naquele sagrado, “ Alto do Cruzeiro”, no qual uma cruz foi erguida em 22 de novembro de 1935 pelo padre Pedro, missionário que conduzia as Missões daquele ano, a convite do vigário, Padre Moacir Jose Fernandes. Nesse mesmo dia foi celebrada a 1ª Missa Campal, inaugurando aquele marco histórico de fé e evangelização para muitas gerações.
Com o passar dos anos a 1ª Cruz de madeira se danificou, pois, no dia 18 de janeiro de 1991, passou um vendaval em nossa cidade, que arrastou-a e quebrou-a em três partes e assim houve a o interesse de se colocar outra no lugar. Foi então, que o Sr. Crisóstomo de Freitas, carpinteiro e morador desta comunidade, bem como, um homem de muita fé , tomou a iniciativa de fazer uma nova cruz de madeira e colocá-la no mesmo lugar, permanecendo até hoje.
Fortalecida pela fé, a comunidade sempre teve em mente, um projeto da construção de uma Capela no referido local. No decorrer desses muitos anos, após a realização de muitas reuniões e discussões com a comunidade, finalmente foi elaborado o projeto de arquitetura da Igreja. A Sra. Zuíla Leite, Dona Zinira e o Senhor Manoel Vaz, que são os fundadores desta obra espiritual, incentivaram os fiéis à realização desse sonho: Uma capela no bairro!” Em 1997 o Sr. Manoel Franklin de Castro Gondim (ex-prefeito desse município) doou o terreno, dando partida para a batalha de serviços, promoções e doações que nos permitiram erguer as colunas, sendo lançada a PEDRA FUNDAMENTAL em 2004 e erguidas as paredes em 2005.
O projeto arquitetônico é do Sr. Raul Gurgel de Melo. A escolha da padroeira “N. Sra. Aparecida”, foi sugerida pelo Padre Mauro Monteiro da Silva, vigário da Paróquia do nosso município, ressaltando que essa festa já vinha sendo celebrada na Capela de Nossa Senhora da Conceição na COHAB, mas também fortalecida pelo poder que a mesma tem diante de Teu Filho Jesus e pela fé do nosso povo à Santa Padroeira do nosso País.
O Bairro Aloísio Diógenes (Cruzeiro), juntamente com o Bairro Edmar Barreira (Casas Populares) aceitando a sugestão, celebraram em 2001, a 1ª Festa de N. Senhora Aparecida no alto do Cruzeiro, com a participação significativa da população local, visto que, a Santa é a Padroeira do Brasil. A festa teve como tema geral:” COM MARIA, SER IGREJA NO NOVO MILÊNIO”.
Em 2003 tivemos a felicidade do Sr. Bispo Diocesano, Dom José Haring, celebrar conosco uma noite de novena, e encantado com o lugar denominou de “SANTUÁRIO” aquela construção, lugar de romaria e de encontro do Povo de Deus com sua Mãe.
A Festa da Padroeira N. Sra. Aparecida, foi celebrada 04 anos no “Cruzeiro edificado” e em 2005 foi celebrada a 1ª Missa no interior do Santuário inacabado, que a céu aberto nos permitia ver a beleza da lua e das estrelas que contagiava de brilho e alegria o céu, a terra e os nossos corações.
A 1ª imagem dessa Capela, batizada de Santuário foi doada pelo Casal Sr. Antonio Ueliton Beserra e a Sra. Maria Lita Fernandes Beserra, moradores desta comunidade. E daí em diante, muitos fatos vem acontecendo para fazer parte da nossa história. Um deles foi no ano de 2005, traduzido pela comunidade, como um sinal inexplicável de sinal de fé, durante o período dessa festa uma imagem de N. Sra. Aparecida, apareceu no Posto Pitombeira, local próximo ao Santuário. A imagem foi jogada por passageiros de um ônibus (turismo) e recolhida pelo Sr. Robson Barbosa (funcionário do posto), que a restaurou e doou para a Capela. Essa mesma imagem foi colocada no andor, em procissão no dia 12 de outubro, a qual emocionava e deixava nos fiéis a interrogação: “Seria esse um sinal divino”. Era uma imagem de aproximadamente 60 cm que ficou partida em 03 partes iguais. Na verdade, foi um mistério de fé, e como bem sabemos, mistérios são inexplicáveis.
Atualmente, a festa de N. Sra. Aparecida, reúne aproximadamente 2000 pessoas em peregrinação ao seu novenário, numa expressão de amor e fé dos jaguaribanos à Mãe de Deus e nossa Mãe Padroeira do Brasil.
A atual coordenação do Santuário continua sendo a mesma, seus fundadores: Maria Zuíla Leite Rodrigues, Maria Zinira Augusta de Freitas e Manoel Pinheiro Vaz.
As Pastorais e Movimentos existentes na comunidade são: Catequese, Exéquias, Mãe Rainha, Jesus Misericordioso, e o Terço dos Homens que é celebrado semanalmente às 19:00 h das quartas-feiras e mensalmente no dia 12 é celebrado o Terço em homenagem à nossa Padroeira (Nossa Sra. Aparecida). Também no segundo sábado de cada mês e de acordo com o calendário paroquial, é celebrada a Missa no nosso setor.
Ressaltamos que existem também em nossa comunidade outras denominações religiosas , tais como: Assembléia de Deus e Igreja Universal do Reino de Deus.
N. S. da Conceição Aparecida
A Padroeira do Brasil
(clique na foto para aumentar)
- História da Imagem
-No início de Outubro de 1717, chegou a notícia de que o novo Governador da Província de São Paulo e Minas passaria, em sua viagem, pela vila de Guaratinguetá.
As autoridades recrutaram os pescadores da vila a fim de recolherem no Rio Paraíba uma grande quantidade de peixes que permitisse fazer um banquete para receber o Governador. Vários barcos de pesca se incumbiram da tarefa, no dia 16 de Outubro.
Após 12 horas no rio, que normalmente tinha peixes em abundância, quase todos desistiram, ficando apenas 2 canoas. Elas pertenciam a Domingos Alves Garcia e seu filho João Alves, e a Felipe Pedroso, cunhado de Domingos e tio de João.
Considerando que estava anoitecendo, tentaram mais uma vez jogar as redes. João Alves recolheu a rede vazia, exceto por uma pequena imagem sem cabeça, de uma santa, com cerca de 40 cm. Confusos, eles a embrulharam em suas camisas e tentaram novamente jogar a rede. A surpresa maior veio então: a pequenina cabeça da escultura, muito menor do que as malhas da rede, foi trazida ao barco, sem que eles entendessem como não havia escapado da rede e caído nas águas.
Novamente colocaram a imagem com cuidado envolta em suas roupas e lançaram a rede ao rio. Para surpresa de todos, a rede ficou tão pesada, cheia de peixes, que, em apenas dois lançamentos, eles encheram os barcos, e voltaram à vila.
Antes de se dirigir à Câmara, entregaram os pedaços da estátua a Silvana da Rocha Alves, esposa de Domingos, irmã de Felipe e mãe de João, que reuniu as 2 partes com cera, e a colocou num pequeno altar de família, agradecendo à Nossa Senhora o milagre dos peixes que rendeu o suficiente para sua família se estabelecer.
A estátua é feita de terracota, argila que foi modelada e queimada em forno, e mede 39 cm de altura. Pesa cerca de 4 quilos. Pode ter sido originalmente pintada, mas depois de ficar anos no leito do rio o material escureceu, adquirindo uma cor castanho dourada.
Conseguiu-se analisar a argila de que foi feita, e constatou-se que se origina da região de Santana do Parnaíba, na Grande São Paulo, mas a autoria da escultura é obscura. Sabe-se que na época vivia em Santana do Parnaíba um monge beneditino escultor, Frei Agostinho de Jesus, cujo estilo é bem definido: lábios sorridentes, covinha no queixo, flores em relevo nos cabelos e broche com perolas no cabelo, e todos estes detalhes existem na imagem aparecida do rio.
Especialistas em arte barroca reconhecem nela o estilo seiscentista.
As duas partes da imagem foram definitivamente reunidas no ano de 1946, quando um especialista as uniu com um pino de ouro interno e completou o acabamento externo.
A estátua passou por uma destruição considerável em 1978, quando, num atentado, foi quebrada em 200 fragmentos. Foi totalmente reconstituída pelas mãos da especialista em restauração do Museu de Arte de São Paulo, Maria Helena Chartuni.
A cor de canela da escultura tem sido interpretada como um vínculo simbólico com a mistura racial da população brasileira, e de fato um dos primeiros milagres operados por intercessão de Nossa Senhora Aparecida foi a libertação de escravos acorrentados.
Ainda hoje é possível ver as correntes que se soltaram sozinhas dos escravos, no teto da Sala dos Milagres da Basílica.
-ORAÇÃO DO PAPA JOÃO PAULO II
NA DEDICAÇÃO DA BASÍLICA NACIONAL DE NOSSA SENHORA APARECIDA -
Nossa Senhora Aparecida!...
Neste momento tão solene, tão excepcional, quero abrir diante de Vós, ó Mãe, o coração deste povo, no meio do qual quisestes morar de um modo tão especial -como no meio de outras nações e povos -assim como no meio daquela nação da qual eu sou filho. Desejo abrir diante de Vós o coração da Igreja e o coração do mundo ao qual esta Igreja foi enviada pelo vosso Filho. Desejo abrir-Vos também o meu coração.
Nossa Senhora Aparecida! Mulher revelada por Deus, que haveríeis de esmagar a cabeça da serpente (cf. Gên 3,15) na vossa Conceição Imaculada! Eleita desde toda a eternidade para ser a Mãe do Verbo Eterno, o qual, pela anunciação do Anjo, foi concebido no vosso seio virginal como Filho do Homem e verdadeiro Homem!
Unida mais estreitamente ao mistério da redenção do homem e do mundo, ao pé da cruz, no Calvário!
Dada como Mãe a todos os homens, sobre o Calvário, na pessoa de João, Apóstolo e Evangelista!
Dada como Mãe a toda a Igreja, desde a comunidade que se preparava para a vinda do Espírito Santo, à comunidade de todos os que peregrinam sobre a terra, no decorrer da história dos povos e nações, dos países e continentes, das épocas e gerações! ...
Maria! Eu Vos saúdo e Vos digo “Ave” neste santuário, onde a Igreja do Brasil Vos ama, Vos venera e Vos invoca como Aparecida, como revelada e dada particularmente a ele! Como sua Mãe e Padroeira! Como Medianeira e Advogada junto ao Filho de quem sois Mãe! Como modelo de todas as almas possuidoras da verdadeira sabedoria e, ao mesmo tempo, da simplicidade da criança e daquela entranhada confiança que supera toda fraqueza e sofrimento!
Quero confiar-Vos de modo particular, este Povo e esta Igreja, todo este Brasil, grande e hospitaleiro, todos os vossos filhos e filhas, com todos os seus problemas a angústias, trabalhos e alegrias. Quero fazê-lo como Sucessor de Pedro e Pastor da Igreja universal, entrando nesta herança de veneração e amor, de dedicação e confiança que, desde séculos, fez parte da Igreja do Brasil e de quantos a formam, sem olhar as diferenças de origem, raça ou posição social, e onde quer que habitem neste imenso país. Todos eles, em este momento, voltados para Fortaleza, se interrogam: para onde vais?
O Mãe! Fazei que a Igreja seja para este povo brasileiro sacramento de salvação e sinal da unidade de todos os homens, irmãos e irmãs de adopção do vosso Filho e filhos do Pai do Céu!
O Mãe! Fazei que esta Igreja, e exemplo de Cristo, servindo constantemente o homem, seja a defensora de todos, em particular dos pobres e necessitados, dos socialmente marginalizados e espoliados. Fazei que a Igreja do Brasil esteja sempre a serviço da justiça entre os homens e contribua ao mesmo tempo para o bem comum de todos e para a paz social.
O Mãe! Abri os corações dos homens e dai a todos a compreensão de que somente no espírito do Evangelho e seguindo o Mandamento do Amor e as bem-aventuranças do Sermão da Montanha será possível construir um mundo mais humano, no qual será valorizada verdadeiramente a dignidade de todos os homens.
O Mãe! Dai à Igreja, que nesta terra brasileira realizou no passado uma grande obra de evangelização e cuja história é rica de experiências, que, com novo zelo e amor pela missão recebida de Cristo, realize as suas tarefas de hoje.
Concedei-lhe para este fim numerosas vocações sacerdotais e religiosas, para que todo o Povo de Deus possa beneficiar-se do ministério dos dispensadores da Eucaristia e das testemunhas do Evangelho.
O Mãe! Acolhei em vosso coração todas as famílias brasileiras! Acolhei os adultos e os anciãos, os jovens e as crianças! Acolhei também os doentes e todos aqueles que vivem na solidão!
Acolhei os trabalhadores do campo e da indústria, os intelectuais nas escolas e universidades, os funcionários de todas as instituições. Protegei-os a todos!
Não cesseis, ó Virgem Aparecida, pela vossa mesma presença, de manifestar nesta terra que o Amor é mais forte que a morte, mais poderoso que o pecado! Não cesseis de mostrar-nos Deus, que amou tanto o mundo, a ponto de entregar o seu Filho Unigénito, para que nenhum de nós pereça, mas tenha a vida eterna! (cf. Jo 3,16). Amém.